Candidato: Cadastre seu currículo Empresa: Abra sua vaga

Perguntas e Respostas (Candidato)

Você tem alguma dúvida sobre o mercado de trabalho para pessoas com deficiência? Não sabe como se comportar e o que dizer em uma entrevista? Como funciona a Lei de Cotas? Como fazer as adaptações estruturais e culturais necessárias na empresa? Esse é o espaço que a i.Social, em parceria com o pessoal do Vida Mais Livre reservou para que você as esclareça.

Preencha este formulário que um consultor da i.Social avaliará as informações e divulgará nesta área do site.

Pergunta (enviada em 20 de novembro de 2011 - 22:15):
Tenho perda auditiva bilateral considerada moderada (bem acima de 40db nas frequências 2k, 3k, 4k hz), mas "normal" na frequência 500hz e 1khz (tenho em torno de 20db). Como a legislação fala "perda total ou parcial de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz." quero saber se isso me exclui da reserva de cotas, mesmo eu tendo muita dificuldade para ouvir?

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(Enviada em 09 de fevereiro de 2012 - 17:30)
Infelizmente, pelo que você relata a sua perda auditiva não se enquadra na Lei de Cotas. Como você mesmo citou na sua pergunta a lei estabelece claramente o nível de perda auditiva mínimo para enquadramento na cota. Se em uma destas frequências a perda auditiva for inferior aos 41(dB) a pessoa não se enquadra.

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Pergunta (enviada em 06 de dezembro de 2011 - 21:00):
Tenho um laudo que tem o cid H54,2 e gostaria de saber qual é o tempo de validade do mesmo?

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(Enviada em 09 de fevereiro de 2012 - 17:15)
Recomendamos que o laudo médico apresentado em um processo seletivo não seja superior a 01 ano. Se possível, que seja um laudo com menos de 06 meses. No caso da sua CID, subvisão em ambos os olhos, é necessário que o laudo tenha medição da acuidade visual e do campo visual após a melhor correção.

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Pergunta (enviada em 27 de novembro de 2011 - 23:30):
Tenho gonartrose, cid 10M17, e encondroma no fêmur, não sei se é benigno ou maligno, gostaria de saber se este tipo de tumor ósseo me possibilita concorrer em concurso como PNE?

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(Enviada em 09 de fevereiro de 2012 - 17:15)
Para saber se a pessoa se enquadra ou não na Lei de Cotas é importante saber quais são as limitações impostas por seu quadro clínico. É importante que o laudo médico contenha uma descrição detalhada sobre possíveis limitações de movimento ou sensoriais. A pessoa deve possuir alguma dificuldade (de moderada a severa) para realizar as atividades da vida diária, por exemplo.

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Pergunta (enviada em 19 de dezembro de 2011 - 18:00):
Tenho encurtamento no mie. e o meu médico me deu o laudo e colocou o cid t93. Esse encurtamento é de 3,9 cm. Gostaria de saber qual o limite mínimo para entrar como cota, pois fiz uma entrevista e a entrevistadora me disse que tem que ter 3,5cm para enquadra como cota.

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(Enviada em 09 de fevereiro de 2012 - 17:00)
Para enquadramento na cota, o encurtamento deve ser de 4 cm, no mínimo. Como o seu caso é muito próximo, tavez você possa ser enquadrado por dificuldade na marcha ou marcha claudicante, como os médicos denominam esta dificuldade de caminhar em função do encurtamento.

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Pergunta (enviada em 19 de dezembro de 2011 - 18:30):
Não tenho certeza se tenho habilidade reduzida no meu braço esquerdo, sofri uma queda alguns anos atrás e minha mão não abre por completa, fiquei sabendo sobre o assunto a pouco tempo e gostaria de saber onde devo ir para ser avaliado e aonde encontro atendimento para esclarecer melhor minhas dúvidas.

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(Enviada em 09 de fevereiro de 2012 - 16:45)
Você deve consultar seu próprio médico e solicitar um laudo que descreva sua limitação detalhadamente para verificar se o seu caso se enquadra ou não na cota. o modelo de laudo sugerido.

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Pergunta (enviada em 19 de setembro de 2011 - 10:30):
Tenho visão monocular desde os 7 anos e sou professora concursada na rede pública do estado de São Paulo. Ocorre que há professores com deficiências de diversos tipos, entre eles perda da audição de um ouvido, que conseguiram se readaptar, ficando impedidos de atuar em sala de aula. Diante deste fato, pergunto: não posso requerer a readaptação por ser portadora de visão monocular? Posso também obter os demais benefícios previstos em lei?

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(Enviada em 18 de novembro de 2011 - 17:15)
Recentemente, em 13 de julho de 2011, foi aprovada pelo Governador Geraldo Alckimim a lei estadual paulista nº 14.481 que reconhece a pessoa monocular como pessoa com deficiência. A partir desta lei todas as pessoas que se encontram nesta condição passam a desfrutar dos mesmos direitos concedidos às pessoas com deficiência. O assunto ainda é fruto de polêmica, mas os últimos entendimentos estão tendenciando para que o monocular, de fato, é uma pessoa com deficiência. Veja mais informações sobre esta questão no Blog da i.Social www.isocialrh.blogspot.com

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Pergunta (enviada em 08 de agosto de 2011 - 15:30):
Gostaria de saber se deficiência condutiva, no meu caso tenho tímpano furado nos dois lados. Me cadastrei como deficiente auditiva moderada, tenho alguma possibilidade de garantir vaga de emprego?

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(Enviada em 18 de novembro de 2011 - 17:15)
De acordo com o Decreto 5.296/04 que regulamenta os tipos de deficiência contemplados pela Lei de Cotas a deficiência auditiva se caracteriza por "perda bilateral, parcial ou total de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz". É necessário realizar uma audiometria para identificar se a sua perda auditiva se encontra acima de 41 decibéis nestas quatro frequências. Se sim, você se enquadra na Lei de Cotas.

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Pergunta (enviada em 12 de agosto de 2011 - 14:45):
Tenho artrose grau 4 e essa doença me limita muito, pois não consigo passar em exame admissional o que fazer? Posso participar da cota?

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(Enviada em 18 de novembro de 2011 - 17:00)
É necessário avaliar quais são as limitações que este seu quadro de artrose trazem para você para que o seu caso possa ser enquadrado na Lei de Cotas. Se você tiver dificuldade de locomoção, de ficar muito tempo em pé ou alguma outra dificuldade que lhe traga prejuízo significativo na execução das atividades diárias consideradas normais pelas pessoas, provavelmente sim. Entretanto é preciso realizar consulta com um médico especializado para avaliar esta artrose e emitir um laudo médico descrevendo além da CID quais são as suas limitações.

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Pergunta (enviada em 25 de agosto de 2011 - 08:00):
Gostaria de saber se eu posso me enquadrar na Lei de Cotas, pois sofri um acidente em 2009, perdi cerca de 30% do movimento do pé esquerdo, tenho pinos e placa no pé, porém, após algum tempo afastado de atividades, acabei voltando para empresa onde trabalhava como autônomo. O único benefício que fui atrás foi para tirar a CNH especial. Após isso comprei o carro com isenção; Agora, estou querendo mudar de emprego e não sei como fazer para tirar a carteira de trabalho e também gostaria de saber se consigo ter algum outro benefício.

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(Enviada em 18 de novembro de 2011 - 16:45)
Pelo que está descrito em sua pergunta provavelmente você se enquadra na Lei de Cotas, principalmente se o seu quadro acarretou alguma dificuldade de locomoção. É importante salientar que o fato de você ter conseguido acesso ao benefício de isenção de impostos na compra de veículo não significa que seu caso seja contemplado para a Lei de Cotas. Para obter esta confirmação é necessário obter um laudo médico que detalhe suas limitações e que enquadre sua deficiência de acordo com o que determina o Decreto 5.296/04 que regulamentou os tipos de deficiência passíveis de cota. Com este laudo em mãos você poderá se candidatar normalmente às vagas destinadas a pessoas com deficiência. Para saber sobre mais direitos que a pessoa com deficiência possui acesse o site da i.Social www.isocial.com.br e boa sorte.

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Pergunta (enviada em 26 de julho de 2011 - 13:45):
Posso participar de concurso público? Já trabalho pela cota há 3 anos. Tive um acidente cirúrgico e meu cid é m46.2 + m46.4 + t93.4.

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(Enviada em 03 de agosto de 2011 - 17:15)
Sim. Se você já trabalha como funcionário pertencente à cota da empresa poderá também concorrer como pessoa com deficiência em concurso público.

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Pergunta (enviada em 14 de julho de 2011 - 19:00):
Tenho perda auditiva total no ouvido esquerdo e 25 db no direito. Posso ou não entrar no sistema de cotas, já como pessoa considerada normal eu não entro?

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(Enviada em 03 de agosto de 2011 - 17:15)
Pelo que você informa em sua pergunta, seu caso não se enquadra na Lei de Cotas. De acordo com o Decreto 5.296/04 a deficiência auditiva é caracterizada pela perda bilateral, parcial ou total, de 41 decibéis (dB) ou mais, auferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Mas já há casos, como uma decisão recente do TST que autorizou uma pessoa com deficiência unilateral a permanecer na lista de um concurso público.

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Pergunta (enviada em 13 de julho de 2011 - 17:00):
Estou no auxílio-doença, quando voltar a trabalhar, a empresa deve me realocar? A empresa costuma dispensar, melhor encontrar outra função?

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(Enviada em 03 de agosto de 2011 - 17:15)
O seu caso se enquadra no que a legislação caracteriza como trabalhador reabilitado, que é quando o trabalhador se afasta em função de um acidente de trabalho ou por adquirir uma doença ocupacional. Neste caso é importante salientar que o trabalhador passa a poder ser contabilizado para a cota da empresa de pessoas com deficiência habilitadas ou reabilitados, que é o seu caso. Entretanto é necessário que você obtenha um certificado de reabilitado do INSS. Quando você retornar à empresa deverá ser alocado em um novo cargo, pois pelo que você relata, está afastado por ter adquirido uma doença a partir das funções que exercia. Como você passará a ser considerado para a cota da empresa, talvez eles pensem em manter você. Nossa dica é aguardar a situação se definir antes de procurar um novo emprego.

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Pergunta (enviada em 13 de julho de 2011 - 13:00):
Tenho visão monocular e nas entrevistas de emprego sempre sou reprovado como deficiente. Dessa forma, perco muitas oportunidades. Devo colocar ou não no currículo que possuo essa deficiência?

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(Enviada em 03 de agosto de 2011 - 17:15)
Se você coloca ou não em seu currículo que possui esta deficiência é uma decisão sua. Normalmente, quando o candidato se inscreve para uma vaga destinada à pessoas com deficiência aconselhamos a colocar o tipo de deficiência no currículo e, quando houver, descrever a necessidade específica para trabalhar. Porém, quanto ao seu caso (monocular) alguns estados já consideram para a cota e outros ainda não. É um assunto ainda bastante polêmico. O estado do Paraná, por exemplo, já aceita monocular para a cota. São Paulo, de acordo com a SRTE/SP, ainda não. Se você concorrer a uma vaga que não é exclusiva para PCDs deve informar no processo seletivo sobre sua condição de monocular, mas não deixe de explicar que isto não o limita em nada para desempenhar as funções, se for o caso. A empresa não deveria te excluir no exame médico admissional por esta questão.

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Pergunta (enviada em 11 de julho de 2011 - 19:45):
Posso me candidatar num Concurso Público, mesmo tendo cid H 83. Tenho restrições declaradas por um perito do INSS. Como devo proceder?

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(Enviada em 03 de agosto de 2011 - 17:15)
O CID H83 refere-se a "outros transtornos do ouvido interno". Pelo que você relata não temos informações suficientes para saber se você entra ou não na Lei de Cotas conforme o que determina a legislação. Declare que possui uma deficiência auditiva. Certifique-se antes se sua condição se enquadra no que determina a legislação para não fornecer informações erradas.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2011 - 00:00):
Tenho mobilidade reduzida (cid M16.0), sinto fortes dores ao andar e tenho degeneração no quadril esquerdo. Um médico do trabalho negou uma vaga para deficiente físico para mim. Gostaria de saber se ele está certo?

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(Enviada em 03 de agosto de 2011 - 17:00)
O que deve ser considerado no seu caso é se você possui limitações de locomoção. Se você sente dores, mas caminha normalmente, não será enquadrado na Lei de Cotas. Se você realmente possui dificuldades para se locomover, recomendamos que procure por um médico do trabalho especializado para avaliação e emissão de um laudo médico que traga, além da CID (Classificação Internacional de Doenças) o detalhamento das limitações advindas da sua condição. Com este documento em mãos será mais fácil justificar que você possui uma deficiência passível de enquadramento na cota da empresa.

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Pergunta (enviada em 27 de maio de 2011 - 20:45):
Tenho Fasceite Eosinofílica com doenças associadas (Talassemia Beta e Artrite Reumatoide). Atualmente tenho 2 números de CID: o M06.4 e o M059, além de deformidades no 4° e 5° metacarpo da mão direita, e limitações nos punhos e dedos. Estou afastada pelo INSS, mas desejo trabalhar novamente, posso pleitear vagas pela Lei de Cotas?

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(Enviada em 06 de julho de 2011 - 16:45)
Pelo que você descreve em relação às suas limitações, você provavelmente se enquadra na legislação de cotas. Além disto, precisamos entender qual é o seu vínculo atual com o INSS. Se você passou (ou está) por processo de reabilitação precisará do atestado de pessoa reabilitada emitido pelo INSS (Certificado de Reabilitação Profissional) para pleitear vagas pela Lei de Cotas. Se você está aposentada pelo INSS, por invalidez por exemplo, não há como trabalhar registrada e, neste caso, não há como ser contemplada para a cota da empresa. Neste caso você teria que desistir de sua aposentadoria. Enfim, depende muito desta situação.

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Pergunta (enviada em 24 de maio de 2011 - 16:00):
Gostaria de saber se existe algum programa de capacitação profissional para presos com deficiência.

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(Enviada em 06 de julho de 2011 - 16:45)
Apesar de acharmos a idéia maravilhosa, nunca tivemos conhecimento de um programa de inclusão voltado aos presidiários com deficiência. Algumas empresas já realizam programas de inserção de presidiários, mas não especificamente para aqueles com deficiência. Porém, acredito que nestes programas não devem haver restrições ao fato de um preso possuir alguma deficiência, desde que seu perfil se enquadre ao que a empresa esteje buscando.

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Pergunta (enviada em 10 de junho de 2011 - 20:45):
Tenho o Certificado de Reabilitação Profissional do INSS, consulto mensalmente com meu médico, e meu CID 10 é H 83.0 e F 32, situação crônica. Após a Reabilitação, a Assistente Social do INSS me informou que eu poderia prestar Concursos Públicos. Essa informação está correta?

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(Enviada em 06 de julho de 2011 - 16:30)
Sim, você pode concorrer a concursos públicos para as vagas referentes às cotas, pois elas são reservadas para pessoas com deficiência ou, como no seu caso, reabilitadas profissionalmente (consulte maiores informações na Lei 8.213/99). Neste caso você deverá seguir normalmente as regras para inscrição e prestação do concurso anexando junto aos seus documentos o seu Certificado de Reabilitação Profissional, além das informações (se existirem) sobre necessidades específicas para prestar o concurso. Normalmente o edital traz as regras bastante claras sobre como proceder.

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Pergunta (enviada em 10 de junho de 2011 - 21:30):
Quero prestar Concursos Públicos como pessoa com deficiência, pois sou reabilitado pelo INSS e tenho várias restrições passadas pelo perito. Minha doença é crônica H 83, e tenho que ir mensalmente ao médico e tomar diversos remédios. Isso é possível? Não posso dirigir, devo ficar em lugares sem ruídos, não posso agachar ou abaixar com intensidade, não posso realizar movimentos bruscos, tenho que ficar longe de muita luminosidade e altura...

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(Enviada em 06 de julho de 2011 - 16:15)
O documento que estabelece os critérios e define os parâmetros sobre as pessoas beneficiadas pela Lei de Cotas é o Decreto 5.296/04. Portanto, são as definições desta norma legal que devem ser atendidas para o trabalhador ser computado para a cota. As pessoas reabilitadas estão incluídas no Decreto e são aquelas que se submeteram aos programas oficiais de recuperação de atividade laboral que foi perdida em decorrência de adversidade, acidente ou doença. Todo o processo de reabilitação física, psicológica e laboral deve estar documentado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou por órgãos que exerçam função por ele delegada.

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Pergunta (enviada em 27 de maio de 2011 - 17:30):
Tenho perda de audição bilateral leve e moderada, porém não me enquadro na Lei de Cotas. Como fica a minha situação?

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(Enviada em 09 de junho de 2011 - 17:15)
Você se encontra em uma situação delicada, juntamente com diversas outras pessoas que possuem deficiências, mas que não são consideradas para a Lei de Cotas. Por outro lado, pessoas como você sofrem preconceito em processos seletivos e são preteridas em razão de possuírem uma deficiência. A sua deficiência, assim como pessoas cegas de um olho, por exemplo, não foram consideradas para a Lei de Cotas porque são consideradas "deficiências leves", ou seja, que trazem poucas limitações à vida diária. O Decreto anterior 3.298/99 que regulamentava a Lei de Cotas permitia que o seu caso, por exemplo, fosse contemplado para a cota. Entretanto pessoas com deficiências mais "severas" não estavam sendo contratadas e por isso foram redefinidos os tipos de deficiência que poderiam fazer parte da Lei de Cotas no Decreto 5.296/04. No seu caso, lhe resta concorrer normalmente às vagas, sem o privilégio da cota. Prepare-se bastante e ganhe a vaga mostrando que você é qualificado e que sua deficiência não irá interferir em sua produtividade.

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Pergunta (enviada em 10 de maio de 2011 - 17:30):
Uma pessoa monocular pode concorrer a vaga pela Lei de Cotas? Em São José dos Campos ainda não. Só no Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso. Tenho um atestado médico que diz que tenho deficiência, mas não consigo vaga. O que eu faço?

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(Enviada em 09 de junho de 2011 - 17:15)
A pessoa que possui perda visual em um dos olhos, denominada monocular, é aceita para a Lei de Cotas em apenas alguns estados do Brasil. Paraná, Brasília e Minas Gerais já consideram estes casos para a cota já há algum tempo. Existe uma tendência desta decisão ser ampliada para outros estados da federação, mas não sabemos lhe precisar quais e nem quando. A sua situação ilustra bem a dificuldade de uma pessoa com deficiência entrar para o mercado de trabalho, infelizmente. Você possui uma deficiência, mas que não é contemplada para a Lei de Cotas. Por outro lado sua deficiência não lhe impede de trabalhar normalmente. O que vemos no seu caso é que ainda há um enorme preconceito para contratar pessoas com deficiência e que sem a Lei de Cotas as contratações diminuiriam muito.

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Pergunta (enviada em 20 de maio de 2011 - 12:15):
Tenho problema de visão (retina, miopia, astigmatismo). Faço acompanhamento médico do olho esquerdo, que eu enxergo. O médico diz que desse olho eu enxergo 95%. O olho direito eu já perdi parcialmente a visão. Quando fui me candidatar a uma vaga no CPAT, eles disseram que não sou deficiente. Tenho um certificado comprovando que estou na Lei de Cotas. O Laudo diz CID. H54.4. Queria saber se estou ou não na Lei de Cotas.

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(Enviada em 09 de junho de 2011 - 16:45)
Pelo seu relato você diz que enxerga 95% no olho esquerdo e no olho direito você perdeu parcialmente a visão. Não nos parece que você se enquadre na Lei de Cotas, mas é preciso realizar uma avaliação mais apurada para afirmar isto com mais segurança. Para o seu caso ser contemplado na Lei de Cotas a sua deficiência visual deve ser bilateral, ou estar presente em seus dois olhos. Em cada visão a acuidade visual deve estar dentro dos parâmetros estabelecidos no Decreto 5.296/04 que enquadra os seguintes casos: (1) cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor a 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica; (2) baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3º e 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica; ou (3) os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor a 60º.

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Pergunta (enviada em 10 de abril de 2011 - 10:45):
Gostaria de saber qual a maneira mais fácil de arrumar um bom emprego na minha área, uma vez que tenho qualificação técnica, muita experiência e a minha deficiência é leve, sem precisar de adaptação. Minha área é a mecânica de manutenção industrial e na região onde moro está difícil arrumar uma colocação. Vagas existem, e muitas nas indústrias locais. Já fui no Ministério do Trabalho para coletar informações e eles enviaram meu CV para as indústrias e nada. As empresas simplesmente ignoram.

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(Enviada em 29 de abril de 2011 - 17:45)
Pelo que você relata, a dificuldade encontrada em conseguir um emprego se dá em função da região que você está procurando. Obviamente que não existe regra quando se trata de processos seletivos, já que conseguir um emprego depende de diversos fatores - dos quais muitos não dependem do candidato -, mas, em teoria, no seu caso deveria ser um pouco mais fácil de conseguir entrar em alguma empresa. Hoje, grande parte das pessoas com deficiência empregadas possuem deficiências físicas consideradas leves, ou seja, que não exijam adaptações de acessibilidade. Se você ainda é qualificado, com uma especialização na área de mecânica de manutenção industrial, deveria ser mais fácil ainda. Aconselhamos que você envie seu currículo, com estas especificações, para consultorias especializadas no recrutamento e seleção de pessoas com deficiência, como a i.Social, pois acabam concentrando uma grande variedade de vagas inclusivas. É importante esperar pacientemente até que apareça uma vaga para o seu perfil, mas certamente, no seu caso, não será tão difícil quanto para uma pessoa sem muita qualificação.

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Pergunta (enviada em 29 de março de 2011 - 12:00):
Sou deficiente auditiva desde nascença. Gostaria de saber se há vagas para PNE no nível superior? Sou analista de sistemas, moro em Salvador (sou paulistana) e estou em busca de um emprego bom em São Paulo-SP. Tenho diploma de pós-graduação na área de TI e quero saber por que as empresas só oferecem vagas para o nível médio. Gostaria que divulgassem mais as vagas nessa área e ou outras independentes de TI pois tem muitos PNE's formados e merecem se destacar no mercado de trabalho.

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(Enviada em 29 de abril de 2011 - 17:45)
Concordamos inteiramente com você. Temos divulgado uma série de vagas para TI e temos encontrado candidatos muito bons. O problema é que as vagas para profissionais super qualificados como você ainda são minoria. Temos alertado constantemente sobre este fato à todos que abrem vagas com a i.Social. Hoje, acreditamos que um dos grandes desafios da inclusão é melhorar significativamente a qualidade das oportunidades que são oferecidas aos profissionais com deficiência. O mito de que "as pessoas com deficiência não são qualificadas" - generalizando todos em uma única categoria - precisa ser combatido urgentemente. Outro desafio é transformar a crença de que "as pessoas com deficiência não são tão produtivas quanto os profissionais sem deficiência". Estas afirmações, que são repetidas por pessoas que não conhecem a fundo a questão da inclusão acabam criando barreiras para que sejam disponibilizadas vagas de emprego mais atrativas para pessoas com deficiência. Mas fique tranquila que a sua área enfrenta atualmente uma enorme carência de profissionais qualificados. Envie seu currículo para rh@isocial.com.br que te convidaremos a participar de processos seletivos quando tivermos vagas para o seu perfil.

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Pergunta (enviada em 15 de março de 2011 - 14:45):
Gostaria de saber se a pessoa com a cid 98.2 entra na lei de cotas?

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(Enviada em 29 de abril de 2011 - 17:30)
Apenas pela CID é difícil identificar se você entra ou não para a Lei de Cotas. O que vale realmente são as limitações que cada quadro apresenta. Importante entender que o conceito da Lei de Cotas é incluir pessoas que possuem algum tipo de limitação que lhes tragam desvantagens competitivas, não apenas com relação ao mercado de trabalho, mas principalmente no convívio em sociedade, como pessoas com dificuldades de locomoção, sensoriais ou intelectuais.

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Pergunta (enviada em 18 de fevereiro de 2011 - 17:15):
Tenho o CIDM 45 e gostaria de saber se tenho direito a trabalhar pela lei de cota de emprego. O laudo médico diz que tenho espondilite anquilosante (m45)/(21.8). Doenças associadas: nenhuma. Evolução: No momento em uso de humira(adalimumbe). No momento está apresentando limitação para suas atividade laborativas, devendo evitar muito tempo em pé ou sentado.

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(Enviada em 29 de abril de 2011 - 17:30)
A espondilite anquilosante é um tipo de inflamação que afeta os tecidos conectivos, caracterizando-se pela inflamação das articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras regiões. É preciso que o seu caso seja avaliado por um médico do trabalho que conheça a Lei de Cotas para afirmar se você entra ou não para a cota, mas provavelmente, pelo seu relato, você deve ter direito a buscar um emprego como cotista. Para tal, antes de se candidatar às vagas inclusivas, você deve obter um Laudo Médico que descreva detalhadamente o seu quadro clínico, bem como suas limitações, como você bem colocou.

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Pergunta (enviada em 08 de fevereiro de 2011 - 15:15):
Entrei em uma instituição financeira, sofri com insultos por parte da gerência, com palavras vulgares e pesadas, gritaria na frente de outros colegas de trabalho. Cheguei a conversar com ele e acabei solicitando dispensa do cargo pela falta de respeito e ameaças sofridas. Depois disto consegui um contato com o RH da empresa e relatei todo o acontecimento e ficaram de me reintegrar pelo acontecido. Já se passaram quase 4 meses e continuo aguardando uma oportunidade. O que eu faço?

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(Enviada em 18 de fevereiro de 2011 - 16:45)
Você provavelmente se deparou com o que costumamos chamar de chefe tóxico. Este tipo de profissional impesteia o ambiente com seu jeito autoritário, desrespeitoso e ditadorial, insultando seus subordinados, exagerando na pressão por resultados e humilhando a todos publicamente. As empresas, por vezes, mesmo cientes deste perfil, optam por manter um profissional como este em razão dos ótimos resultados que apresentam. Porém, são resultados de curto prazo, pois depois de determinado período o ambiente se torna insustentável. O problema é grave, mas pode ser pior se as agressões morais eram dirigidas apenas à você. Neste caso se configuraria uma situação de discriminação, o que seria um sério agravante. A situação é bastante difícil e delicada, mas talvez você tenha se precipitado em pedir demissão antes de relatar o caso ao RH. A solução certamente seria a transferência de área. Tente entrar em contato novamente com o RH e explique sua situação. Enquanto isso não deixe de procurar por um novo emprego. Você pode acessar a relação de vagas da para ver se encontra alguma dentro do seu perfil.

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Pergunta (enviada em 02 de fevereiro de 2011 - 18:15):
Tenho cidm45 e tenho dificuldade de ficar muito tempo em pé, pois sinto muitas dores no calcanhar. Meu médico não sabe fazer um laudo que me coloque no mercado de trabalho na cota de deficiente. Só com cid m45 não consigo.

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(Enviada em 18 de fevereiro de 2011 - 16:45)
Para avaliar se a sua condição o enquadra ou não na Lei de Cotas precisaríamos de informações mais detalhadas sobre a sua dificuldade de ficar "muito tempo" em pé. É preciso saber exatamente as sequelas que a sua doença lhe trouxe e se o seu quadro é estável ou há possibilidade de progressão ou regressão. Você pode encontrar um modelo de laudo médico no livro que a i.Social lançou chamado: "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência" que está disponível para download gratuíto em nosso site .

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Pergunta (enviada em 11 de fevereiro de 2011 - 10:15):
Sofri um acidente de trabalho e fiquei com sequelas no braço esquerdo, consegui do INSS o auxílio 94, por acidente de trabalho, e na empresa colocaram no laudo de exame demissional, já que a empresa foi fechada, como portador de necessidades especiais. Minha dúvida é, como faço para obter o meu CID e um laudo médico, pois algumas empresas, no processo seletivo, me perguntam e não sei o que responder?

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(Enviada em 18 de fevereiro de 2011 - 16:15)
De acordo com o seu relato você provavelmente se enquadra na Lei de Cotas, em função das sequelas no seu braço esquerdo. O que você deve providenciar, para apresentar às empresas que você participar de processos seletivos, é um laudo médico detalhando quais são estas sequelas - quais limitações lhe trazem na vida diária -, e diante desta avaliação o médico determinará qual CID você será enquadrado. Veja bem, para efeito de comprovação e enquadramento na legislação de cotas valerá mais este detalhamento sobre suas sequelas do que propriamente o número do seu CID.

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Pergunta (enviada em 12 de fevereiro de 2011 - 16:00):
Passei em todas as fases de um processo seletivo de uma empresa, que começou em outubro. Fui chamado para um exame médico e saber o setor que eu iria trabalhar. Em janeiro, fui chamado para fazer um curso do Senai promovido por esta empresa. No dia 31 de janeiro, passei com a assistente social da empresa - percebi que eu já a conhecia - e ela já havia me reprovado em outras três oportunidades. Conclusão: ela anulou meu curso dizendo que eu já fazia parte do processo seletivo da empresa. No dia 9 de fevereiro, fiz um exame admissional, recebi a lista de documentos necessários para a contratação. Quando fui entregar, me disseram que a vaga havia sido cancelada. Fiquei bastante chateado. Liguei pedindo uma uma explicação, mas me disseram que minha deficiência não se enquadrava na cota. Meu CID é 71,3 e estou trabalhando pela lei de cotas desde 2006. O que eu faço?

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(Enviada em 18 de fevereiro de 2011 - 15:45)
Um processo seletivo realmente não é uma ciência exata. Diversas variáveis incidem sobre a decisão da empresa em contratar um candidato. O seu caso é um típico exemplo disto. Infelizmente, quando tudo parecia certo, você se deparou com uma profissional que já o havia reprovado em outras três ocasiões. Pelo que você relata, se não fosse por ela, você estaria empregado. Não podemos julgar se ela foi justa ou não em lhe reprovar, pois não sabemos os motivos, a função e o seu perfil, mas obviamente o julgamento dela foi influenciado por este passado recente, onde ela o reprovou em outros processos. Até porque de acordo com o seu CID você provavelmente se enquadra na lei de cotas, pois ele indica algum tipo de má formação de um de seus membros. Este fato por si só demonstra que a empresa não foi correta, pois se deixou influenciar pela opinião de uma única profissional e inventou uma desculpa sem fundamento para lhe reprovar, após terem lhe feito passar por um longo e desgastante processo de seleção. As próprias justificativas foram controversas, já que primeiro disseram que a vaga havia sido cancelada e depois que você não se enquadrava para a cota. O fato de participar de um processo de seleção longo ou desgastante não lhe garante que você será empregado, mas a empresa deve agir de forma ética, respeitosa e justa com todos aqueles que se dispuseram a tentar a vaga disponibilizada pela própria empresa. No final das contas, infelizmente não há muito o que fazer, apenas lamentar a falta de sorte e seguir em frente, tentando vaga em outra empresa que demonstre mais respeito aos seus candidatos e funcionários.

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Pergunta (enviada em 05 de novembro de 2010 - 11:45):
Gostaria de saber se uma pessoa com Ceratocone Cid H 18.6 é considerada deficiente? E se pode concorrer a vagas para deficientes?

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(Enviada em 07 de fevereiro de 2011 - 17:00)
O ceratocone pode causar distorção substancial da visão, com múltiplas imagens, raios e sensibilidade à luz. Com a progressão da doença, a visão deteriora, muitas vezes rapidamente. A acuidade visual se torna prejudicada em todas as distâncias e a visão noturna é frequentemente bastante fraca. Para o seu caso ser contemplado na Lei de Cotas a sua acuidade visual deve estar dentro dos parâmetros estabelecidos no Decreto 5.296/04 que enquadra os seguintes casos: (1) cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor a 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica; (2) baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3º e 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica; ou (3) os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor a 60º.

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Pergunta (enviada em 17 de novembro de 2010 - 16:15):
Fui contratada por uma empresa, mas no dia a dia, não havia trabalho para ser realizado na minha área. Com isso, o clima fica tenso. Parece que somos inúteis para aprender profissionalmente. Podemos exigir um relatório para o Ministério Público e reclamar que a empresa só contrata deficientes para cumprir a Lei de Cotas.

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(Enviada em 07 de fevereiro de 2011 - 16:45)
O caso que você relata é muito grave e, infelizmente, ainda vemos acontecer demasiadamente. Existem determinadas empresas que diante da obrigação de preencher sua cota de trabalhadores com deficiência contrata pessoas para não fazerem absolutamente nada ou pequenas funções incompatíveis com o potencial do colaborador. Pior ainda são as empresas que contratam uma pessoa com deficiência para ficar em casa, sem a necessidade de comparecer ao ambiente de trabalho. Além de inadmissível é difícil compreender porque esta prática ainda é tão comum, pois nesta equação o resultado é negativo para todos os lados. Para a pessoa, obviamente, que se sente humilhada, como se fosse um profissional de quinta categoria e para a própria empresa, que arca com os custos de manter um profissional improdutivo e infeliz ao invés de aproveitar para incluir colaboradores que poderiam ampliar a força de trabalho e auxiliar a empresa a obter resultados melhores. É importante que diante desta situação você tente conversar com o seu gestor direto ou com algum representante do RH da empresa e, se não der certo, comece a procurar por um novo emprego.

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Pergunta (enviada em 24 de dezembro de 2010 - 11:00):
Tenho perda total da visão do olho direito. Perdi quando tinha 2 anos de idade por um acidente doméstico. Me considero com deficiência. Meu cid é 54.4 e já concorri a vagas para deficiente no censo 2010 e passei como supervisor. Eu tenho direito a entrar na Lei de Cotas?

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(Enviada em 07 de fevereiro de 2011 - 16:15)
Para o seu caso ser contemplado na Lei de Cotas a sua deficiência visual deve ser bilateral, ou estar presente em seus dois olhos. Em cada visão a acuidade visual deve estar dentro dos parâmetros estabelecidos no Decreto 5.296/04 que enquadra os seguintes casos: (1) cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor a 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica; (2) baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3º e 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica; ou (3) os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor a 60º.

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Pergunta (enviada em 24 de novembro de 2010 - 16:00):
Por várias vezes participei de seleções para vagas de PCD, e apesar de perceber que os gestores em questão me viam capacitada para a função, acabava com uma resposta negativa. As grandes empresas podem considerar sequelas físicas como fator negativo para a aprovação por lidarem com clientes em potencial?

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(Enviada em 07 de fevereiro de 2011 - 10:00)
É difícil dizer se houve algum tipo de resistência por parte dos gestores nos processos seletivos que você participou relacionados especificamente com a sua deficiência física. Uma avaliação sempre é muito subjetiva e envolve inúmeras variáveis para cada caso. Realmente, pode acontecer de determinado gestor considerar que você é uma pessoa capacitada para o cargo, mas simplesmente gostar mais de outro candidato. Se as vagas que você concorreu eram específicas para PCDs, como você colocou, considero pouco provável que a resposta negativa tenha sido baseada na sua deficiência. Porém, por outro lado, ainda estamos longe do mundo ideal, principalmente no que diz respeito às questões culturais, por exemplo, à associação que um gestor faz entre deficiência e produtividade. Ainda nos deparamos, por mais vezes do que gostaríamos, com justificativas absurdas para não contratar um candidato com deficiência. Obviamente ainda temos muito espaço para avançar na conscientização dos profissionais que realizam entrevistas com pessoas com deficiência, já que o processo seletivo é muito influenciado pelas questões culturais de cada um. Você não deve ficar pensando nisto quando participar de um processo seletivo, mas sim demonstrar que você pode ser uma ótima profissional e agregar muito para a empresa. Esta atitude ajudará na derrubada destes mitos e você estará fazendo a sua parte para construir uma sociedade cada vez mais plural, justa e democrática.

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Pergunta (enviada em 16 de dezembro de 2010 - 15:00):
Passei por todas as etapas de um processo seletivo de uma empresa. Correu tudo bem, cheguei a assinar o termo de inclusão diante do médico. Parecia significar que estava contratado. Já faz um mês e até agora nada. Posso reivindicar do RH da empresa mais transparência? Minha deficiência é auditiva bilateral moderada.

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(Enviada em 07 de fevereiro de 2011 - 09:00)
Os processos seletivos podem ser demorados, pois dependem de muitas variáveis. Da abertura da vaga à aprovação da verba para a contratação de um novo funcionário existe um longo caminho burocrático que varia de empresa para empresa, mas que normalmente envolve diversos processos internos. Infelizmente esta demora acaba sendo incompatível com a ansiedade e/ou necessidade do candidato que deve ser paciente e aguardar pelo contato da empresa contratante. Porém, a empresa ética, que respeita seus candidatos, deve prover retorno (feedback) para o candidato informando-os sobre os prazos de cada etapa e tempo de resposta. Se o prazo de retorno passar do que foi comunicado você pode ligar para a pessoa responsável pelo processo de seleção e perguntar sobre um posicionamento. Recomendamos apenas que você não seja muito insistente para não correr o risco de transmitir uma imagem que possa lhe prejudicar no decorrer do processo. Nestas horas o importante é ter bom senso.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 18:00):
Pessoas que tenham cid m17 (Artrose no joelho) podem entrar na lei de cotas?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 17:00)
O CID M17 significa uma Gonartrose (artrose no joelho). Dependendo do grau da sua artrose, você pode, sim, ser enquadrado para a Lei de Cotas, principalmente se você possuir alguma dificuldade de locomoção ou de movimentação da perna. Porém, é preciso procurar um médico que possa avaliar mais profundamente o seu caso e emitir um laudo detalhado da sua limitação. Se o laudo apenas trouxer a informação da CID M17, sem mencionar quais são as suas limitações não servirá para enquadramento. Para se cadastrar às vagas, primeiro é preciso estar com este laudo em mãos. As vagas da i.Social são exclusivas para pessoas com deficiência que se enquadram na Lei de Cotas e você encontra toda a relação em .

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 17:45):
Tenho uma prótese coxafemural esquerda, uma osteotomia total por deformidades no colo do fêmur, causado por uma artrose. Tenho restrição a atividades de alto impacto, caminhadas prolongadas e a carregar peso rotineiramente. Meu impasse é que se não comunico, sou reprovado nos exames admissionais, e um médico alegou que não me enquadro na lei de cotas por eu ser recuperável. Porém, posso recuperar parcialmente a musculatura e movimentos, mas meu processo é irreversivel. Minha dúvida é: me enquadro ou não na lei? Qual a validade de um laudo médico?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 17:00)
Pelo seu relato, nos parece que você se enquadra na Lei de Cotas. Você deve procurar um médico que entenda da legislação para lhe avaliar e emitir um laudo que detalhe as suas limitações. Se você tiver este laudo em mãos será mais fácil passar nos exames admissionais, já que você entrará na empresa na condição de cotista. Mesmo sem o laudo você deve sempre comunicar a sua condição. Para aumentar suas chances de empregabilidade procure se candidatar para vagas que aceitem candidaturas de profissionais com deficiência, pois significam que a empresa está buscando cumprir sua cota.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 17:45):
Boa tarde, recentemente tenho recebido diversos avisos que estão contratando ou pelo menos recebendo currículos de pessoas com deficiência para processo seletivo para trabalhar em bancos, entre eles Itau/Unibanco, Santander. A minha pergunta é a seguinte, vale a pena trabalhar em banco, pergunto isso relacionado a salário e principalmente sobre o ambiente de trabalho?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 17:00)
Geralmente, as oportunidades oferecidas pelos bancos são muito boas, melhores do que a média do mercado. Os salários são competitivos, os benefícios são muitos atrativos e existe sempre a possibilidade de avançar na carreira dentro da própria empresa. Sobre o ambiente de trabalho os bancos costumam ser mais formais - é necessário trabalhar de terno e gravata - e o ambiente é bastante competitivo. Porém, em relação à questão da diversidade, os bancos em geral estão bastante avançados, pois já incluem pessoas com deficiência há muitos anos. É comum ver profissionais com deficiência circulando nos bancos e os demais funcionários já estão bastante acostumados com esta convivência. A i.Social possui diversas oportunidades de emprego em bancos. Confira em .

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 17:00):
Uma pessoa monocular se enquadra na Lei de Cotas?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 17:00)
Sobre a deficiência visual, a legislação é bem rígida quanto ao enquadramento para a cota. De acordo com o Decreto 5.296/04, que define os tipos de deficiência enquadráveis a deficiência visual, caracteriza-se por: (1) cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor a 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica ou (2) baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,03º e 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica ou (3) os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor a 60º ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores. Portanto a deficiência visual deve ser bilateral, em ambos os olhos. A pessoa cega de um olho não é enquadrável para a Lei de Cotas. Porém, em alguns casos, em função de legislações locais, a visão monocular pode ser considerada para a cota da empresa. A i.Social possui algumas vagas em Curitiba que aceitam candidaturas de pessoas nestas condições. Se for o seu caso procure em .

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 18:30):
Tenho perda auditiva unilateral total do ouvido direito, sobre o cid H90. Posso me candidatar às oportunidades existentes?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 16:30)
Perda unilateral da audição não é considerada uma deficiência passível de enquadramento para a Lei de Cotas. Para se enquadrar na cota de deficientes é preciso ter perda bilateral, ou seja, nos dois ouvidos. De acordo com o Decreto 5.296/04 a deficiência auditiva é caracterizada pela perda bilateral, total ou parcial de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Para saber mais sobre a Lei de Cotas faça o download gratuíto do livro da escrito por Jaques Haber e Andrea Schwarz - "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência". Acesse o nosso site www.isocial.com.br e faça o download.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 18:15):
Tenho perda auditiva total do meu ouvido esquerdo, sequela de uma cirurgia cerebral. Essa deficiência me permite participar das cotas para profissional com deficiência oferecidas pelas Empresas?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 16:30)
Perda unilateral da audição não é considerada uma deficiência passível de enquadramento para a Lei de Cotas. Para se enquadrar na cota de deficientes é preciso ter perda bilateral, ou seja, nos dois ouvidos. De acordo com o Decreto 5.296/04 a deficiência auditiva é caracterizada pela perda bilateral, total ou parcial de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Para saber mais sobre a Lei de Cotas faça o download gratuíto do livro da escrito por Jaques Haber e Andrea Schwarz - "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência". Acesse o nosso site www.isocial.com.br e faça o download.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 18:15):
Gostaria de saber se perda auditiva profunda (CID H90.4) em um dos lados é considerado deficiência física para fim de contratação visando as cotas para deficientes.

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 16:30)
Perda unilateral da audição não é considerada uma deficiência passível de enquadramento para a Lei de Cotas. Para se enquadrar na cota de deficientes é preciso ter perda bilateral, ou seja, nos dois ouvidos. De acordo com o Decreto 5.296/04 a deficiência auditiva é caracterizada pela perda bilateral, total ou parcial de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Para saber mais sobre a Lei de Cotas faça o download gratuíto do livro da escrito por Jaques Haber e Andrea Schwarz - "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência". Acesse o nosso site www.isocial.com.br e faça o download.

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Pergunta (enviada em 03 de novembro de 2010 - 09:00):
Tenho baixa acuidade visual no olho direito devido a Glaucoma e descolamento de retina (20/200), no olho esquerdo a visão é bem melhor (20/25) me enquadro nas cotas?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 15:30)
O seu caso pode ser considerado como uma pessoa com visão monocular, pois apenas um de seus olhos se enquadra no que determina a legislação de cotas (Decreto 5.296/04). No outro olho a sua visão é quase normal. Porém, em alguns casos, em função de legislações locais a visão monocular pode ser considerada para a cota da empresa. A i.Social possui algumas vagas em Curitiba que aceitam candidaturas de pessoas nestas condições. Se for o seu caso procure em .

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Pergunta (enviada em 01 de novembro de 2010 - 22:30):
Vocês acham certo que um candidato que passa em todas etapas de uma seleção de emprego e chega na última entrevista não passe porque é um pouco tímido ou tenha ficado nervoso? Ele é bem capacitado, tem um ótimo currículo, ótimas experiências, boa aparência, comportado, passou nos piores dias da seleção e por causa de um nervosismo de ansiedade ele é desclassificado, isso é justo? Isso aconteceu comigo duas vezes pela i.social, então não acredito mais e nem indico niguém.

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 15:30)
A sua questão traz certo grau de irritação em função da frustração de você não ter passado em dois processos seletivos, o que é extremamente normal quando se está procurando por emprego. Cada processo é bastante específico, pois a empresa procura por um determinado perfil. A mesma empresa pode buscar perfis completamente diferentes para duas posições, por exemplo. Às vezes, o candidato possui um ótimo currículo e histórico profissional, mas não possui o perfil específico que a empresa está procurando. Como você menciona o fato de ter chegado até a última entrevista não lhe garante o emprego, até porque esta é a etapa mais importante de todo processo seletivo. Normalmente a última entrevista é com o gestor da área, o seu futuro chefe. Se ele, por qualquer motivo, considerar que você não está apto para fazer parte da equipe, você não será empregado. Afinal ele é o dono da vaga e será o seu superior. A i.Social é apenas um agente intermediário dentro do processo seletivo. Nosso objetivo é indicar o candidato para o maior número possível de oportunidades que se adequem ao perfil e expectativas do candidato e da empresa. Não somos nós os tomadores de decisão. Entendemos que você fique chateado, mas o que podemos fazer é continuar lhe indicando para oportunidades que identifiquemos com o seu perfil. Recomendamos que você não desanime e continue tentando, pois cedo ou tarde você encontrará o emprego ideal para você.

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Pergunta (enviada em 01 de novembro de 2010 - 16:30):
Gostaria de saber se espondilite anquilosante (cid 10 m45) se enquadra na Lei de Cotas?

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 15:30)
A espondilite anquilosante é uma doença reumática inflamatória crônica que afeta as articulações da coluna vertebral incluindo as sacro-ilíacas e por vezes as articulações periféricas. É preciso verificar o seu caso mais profundamente para avaliar as sequelas desta sua condição, já que o que determina o enquadramento na Lei de Cotas, resumidamente, não é a doença em si, mas as limitações físicas, sensoriais ou intelectuais.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 18:30):
Alguém que tenha esclerodermia e não consiga trabalho devido às suas limitações, tem algum direito profissional? O INSS disse que não, porque já havia trabalhado no passado de carteira assinada por pouco tempo.

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(Enviada em 26 de janeiro de 2011 - 14:45)
A esclerodermia é uma deficiência de pele. Você não menciona se o seu caso é de uma esclerodermia localizada ou sistêmica. Apenas a sistêmica, que é mais abrangente e envolve além da pele alguns orgãos do corpo causando, por exemplo, problemas respiratórios poderia ser submetida a uma avaliação mais profunda para verificar se é passível de enquadramento para a cota. Mas seria necessário entender quais são as limitações que esta patologia lhe traz. Quanto ao benefício do INSS, se o que você buscou é uma aposentadoria por invalidez, o seu pedido será negado em função de você já ter trabalhado com carteira assinada, o que comprova que você possui capacidade laboral.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 19:30):
Por que os salários dos PCDS, mesmo com formação ou qualificação, estão abaixo do piso salarial, sendo que efetivamos e temos as mesmas capacidades que uma pessoa considerada normal pela sociedade.

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(Enviada em 24 de janeiro de 2011 - 16:30)
Na verdade a média salarial dos trabalhadores formais com deficiência está acima da média salarial dos trabalhadores formais sem deficiência. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2009), 288,6 mil pessoas com deficiência estavam trabalhando formalmente em 2009 e seus rendimentos médios foram de R$ 1.670,46, enquanto que a média salarial dos trabalhadores sem deficiência ficou na faixa de R$ 1.595,22. O maior problema que vemos está na qualidade das vagas que são oferecidas atualmente às pessoas com deficiência. São vagas operacionais, ou de assistentes, que estão na base da pirâmide organizacional. Profissionais com deficiência qualificados encontram dificuldades de conseguir um emprego compatível com suas formações e potenciais e, muitas vezes, para não ficarem desempregados, são obrigados a aceitar oportunidades incompatíveis com seus perfis, em situações de subaproveitamento. Apesar de a média salarial ser maior para os trabalhadores com deficiência devemos olhar com cautela para estes números, já que os trabalhadores formais com deficiência representam apenas 0,7% da força nacional de trabalho e praticamente inexistem em cargos gerenciais e diretivos.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 19:15):
Tenho artrogripose e gostaria de saber se me enquadro na Lei das Cotas?

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(Enviada em 24 de janeiro de 2011 - 16:30)
Para dizermos se você se enquadra ou não para a Lei de Cotas precisamos saber quais são as limitações que a artrogripose lhe trouxeram. O enquadramento na Lei de Cotas depende muito mais das limitações - de movimento, sensoriais, intelectuais - do que da doença em si, já que cada caso é único e traz sequelas diferentes. Para tal é necessário obter um laudo médico que descreva detalhadamente quais são as suas limitações. A partir daí poderemos avaliar se você é passível de enquadramento para a Lei de Cotas.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 18:30):
Tenho 48 anos, tive início de poliomilite aos seis meses de idade, e as sequelas foram no MID (Membro Inferior Direito). Uso bota feita sob medida e com o solado mais alto e palmilha para usar em tênis. Se eu andar sem a bota ou a palmilha eu ando tropeçando. Eu já trabalhei no sistema de cotas em duas empresas, mas meu laudo é de 2007. Hoje, as empresas querem laudo atual, onde consigo?

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(Enviada em 24 de janeiro de 2011 - 16:30)
Pelo que você relata, realmente o seu caso se enquadra na Lei de Cotas. De fato você precisará de um laudo mais atual para conseguir se empregar e comprovar que você se enquadra na Lei de Cotas. Basta você procurar por empresas que realizam serviços de medicina do trabalho ou algum médico ortopedista. Você deverá ser avaliado e o médico deverá emitir um laudo comprovando a sua deficiência e detalhando suas limitações. No seu caso será importante inserir també esta informação sobre a medida do seu encurtamento. Abaixo de 4cm não é válido para a Lei de Cotas.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 20:45):
Sou deficiente física e tenho sequelas de poliomielite, sou graduada em Gestão de RH, mas não trabalho na área, nunca fiz nem estágio. Encontro dificuldades para ter uma oportunidade, trabalho numa empresa há 3 anos, desempenho a mesma função que meus colegas, e o meu salário é inferior até ao de quem não tem Nível Superior. Certa vez, ouvi de um colega que eu não me enquadrava para a comparação salarial por que eu componho o quadro de cotas para deficientes da empresa. Já tentei junto ao Departamento Pessoal da Instituição saber sobre plano de cargos e salários, mas não obtive resposta. O que vocês me aconselham?

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(Enviada em 24 de janeiro de 2011 - 16:15)
Sinceramente, nosso primeiro conselho é que você mude de emprego. Pelo seu relato, você é uma pessoa qualificada que está subaproveitada no seu emprego atual, em uma função que está abaixo da sua formação. Mais preocupante ainda é o fato de que colegas seus de trabalho, com qualificação inferior à sua, estão ganhando mais. Agora, a colocação deste seu colega, de que você não se enquadra para a comparação salarial por pertencer a cota da empresa é totalmente sem fundamento. A legislação deixa bem claro que o trabalhador com deficiência deve possuir os mesmos direitos de seus pares sem deficiência. Porém, na prática pode ser que ele esteja apenas replicando o que realmente está acontecendo, já que sua situação evidencia uma situação discriminatória, em função da sua deficiência. A falta de resposta do departamento pessoal quanto ao seu plano de carreira é previsível. Se eles não estão dispostos a te oferecer uma oportunidade de trabalho compatível com sua qualificação imagine se eles estão preocupados com suas perspectivas futuras. Porém, de qualquer forma, enquanto você está aí, sugerimos que leve estes seus questionamentos à direção da empresa e continue insistindo por um retorno. Diga que você possui potencial que está sendo desperdiçado e que você poderia agregar muito mais para a empresa se estiver em uma posição mais adequada ao seu perfil. Mas não se engane. A partir de agora comece a distribuir seu currículo.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 20:30):
Gostaria de saber se o salário de uma pessoa com deficiência física, na lei de cotas, é menor que o salário de uma pessoa sem deficiência. Se sim, por quê?

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(Enviada em 24 de janeiro de 2011 - 16:15)
Não, de forma alguma. O salário de um profissional com deficiência deve ser exatamente igual ao de outro profissional nas mesmas condições. Se, por exemplo, determinada empresa contrata dois profissionais - um com deficiência e outro sem deficiência - para a função de assistente administrativo, com carga horária, descrição das funções e responsabilidades iguais, deve-se oferecer o mesmo valor de salário para ambos profissionais. Ao oferecer salário diferenciado para a pessoa com deficiência está caracterizado uma prática ilegal e discriminatória.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 11:30):
Meu marido perdeu a visão do olho esquerdo e tem um cisto no olho direito. Ele se enquadra na cota?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:15)
Sobre a deficiência visual, a legislação é bem rígida quanto ao enquadramento para a cota. De acordo com o Decreto 5.296/04, que define os tipos de deficiência enquadráveis a deficiência visual, caracteriza-se por: (1) cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor a 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica ou (2) baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,03º e 0,05º no melhor olho, com a melhor correção óptica ou (3) os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor a 60º ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores. Portanto a deficiência visual deve ser bilateral, em ambos os olhos. A pessoa cega de um olho não é enquadrável para a Lei de Cotas. No caso do seu marido é preciso verificar se a vista do olho direito possui acuidade visual dentro dos parâmetros acima especificados. Para tal é necessário consultar um oftalmologista e, em caso de enquadramento, obter um laudo assinado e carimbado pelo médico.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 11:30):
Fui sevidora pública municipal durante 25 anos e 4 meses. Recentemente passei em concurso público para o serviço público federal (DNOCS). Gostaria de saber se para fins de aposentadoria terei alguma vantagem em relação os demais, pois tenho distrofia muscular (deficiência física ocasionada por doença genetica degenerativa)?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:15)
Não temos conhecimento sobre alguma legislação que traga benefícios para servidores com deficiência quanto a aposentadoria. Cremos que atualmente a única vantagem para pessoas com deficiência é a reserva legal de um percentual nos concursos públicos, uma vantagem para a entrada. Ainda não vimos ou ouvimos sobre uma vantagem para a saída, algum benefício para casos como o seu. Sobre a lei que está tramitando no congresso pedimos que você cite seu número para que possamos pesquisá-la e, porventura sugerir adaptações.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 10:30):
Tenho perda severa da visão de uma das vistas, já efetuei exames que comprovam tal situação, mas a empresa apresentou os exames para efetuar o enquadramento nas cotas, e o enquadramento foi indeferido, gostaria de saber se me enquadro na lei de cotas, e quais são os exames necessário para minha situação?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:15)
Realmente o seu caso não se enquadra na legislação de cotas, pois sua perda de visão ocorre em apenas um de seus olhos. Para se enquadrar a perda deve ser bilateral, em ambos os olhos, conforme determina o Decreto 5.296/04. Este exame deve ser realizado por um oftalmologista, que deve verificar sua acuidade visual e determinar a perda de visão em cada um de seus olhos. Para saber mais sobre a Lei de Cotas faça o download gratuíto do livro da escrito por Jaques Haber e Andrea Schwarz - "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência". Acesse o nosso site www.isocial.com.br e faça o download.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 21:45):
Gostaria de saber se existe alguma lei ou regulamentação sobre a quantidade de horas trabalhadas pela pessoa com deficiência? E quantidade de folgas semanais? Também gostaria de saber se esse profissional tem prioridade de ser transferido para um local mais próximo de sua residência?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:15)
A única diferença entre um trabalhador com deficiência e um sem, no campo trabalhista, é que o primeiro possui o benefício da cota. De resto a legislação trabalhista, regida pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) é igual para todos. Independentemente de possuir uma deficiência, os direitos são os mesmos, assim como os deveres. O funcionário com deficiência deve trabalhar a mesma quantidade de horas e receber o mesmo salário de outros colaboradores na mesma função e nível hierárquico. Não pode haver diferenciação nem para mais nem para menos. Se na sua empresa a escala é de 6X1 com carga horária de até 44hs semanais você deve cumprir assim como seus demais colegas de trabalho. Quanto à questão de prioridade na transferência de um funcionário com deficiência para um local mais próximo de sua residência também não há obrigação por parte da empresa em atender a tal solicitação. Nestas horas o que vale é o bom senso e a política que a empresa adota para definição de quem será transferido. Por fim deixamos um recado importante para reflexão: cuidado ao tentar utilizar a deficiência como subterfúgio para pleitear benefícios extras. As pessoas com deficiência já possuem um ótimo benefício que é a cota, vantagem esta que nenhum outro trabalhador possui. O excesso na "diferenciação" pode gerar um efeito reverso para a inclusão, gerando desconforto entre os outros trabalhadores sem deficiência, bem como para a empresa. É importante sempre se colocar em posição de igualdade, seja em relação aos seus direitos quanto a seus deveres.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 21:15):
Tenho osteomielite que acarretou no encurtamento da perna direita sem mais agravantes. Possuo graduação e mestrado. Entretanto para minha área não aparece oportunidades para deficientes e para outras áreas pedem experiência que não as possuo. Como devo proceder? P.S.: Sou Engenheiro Agrônomo, Mestre em Produção vegetal.

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:15)
O seu caso ilustra bem o que costumamos dizer neste espaço. Você é uma pessoa com deficiência qualificada que está com dificuldades de encontrar uma oportunidade de qualidade, alinhada à sua formação. Infelizmente, ainda ouvimos empresários afirmarem que não encontram pessoas com deficiência qualificadas para contratar ao mesmo tempo que não disponibilizam vagas melhores para candidatos com deficiência. Esta situação está mudando para melhor nos últimos anos, mas ainda a grande maioria das vagas de emprego disponibilizadas para profissionais com deficiência são muito ruins. O Brasil vive um momento de expansão, a geração de empregos bate um recorde atrás do outro, a taxa de desemprego está no menor nível de toda a nossa história, uma das grandes vocações do nosso país é a agricultura e você, que está reclamando de não encontrar um emprego, é engenheiro agrônomo. Alguma coisa, ou algumas, não está certa. Porém te deixamos uma dica. Entre em nosso site e acesse nossa relação de vagas, pois sempre aparecem vagas para engenheiros. Acesse e procure por uma vaga que se encaixa em seu perfil. Se não encontrar no momento envie seu currículo diretamente para rh@isocial.com.br que assim que identificarmos uma oportunidade entraremos em contato.

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Pergunta (enviada em 26 de outubro de 2010 - 20:45):
Tenho perda auditiva unilateral (severa) com uso de aparelho, gostaria de saber se posso concorrer a vagas de deficientes.

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:15)
De acordo com a legislação atual você não se enquadra para a cota, pois sua deficiência é unilateral. Para se enquadrar é preciso possuir perda auditiva bilateral, ou seja, nos dois ouvidos, de acordo com parâmetros definidos no Decreto 5.296/04. Para saber maiores detalhes sobre a Lei de Cotas faça o download gratuíto do livro da i.Social, escrito por Jaques Haber e Andrea Schwarz, intitulado: "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência". Para fazer o download basta acessar o nosso site .

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 13:45):
Porquê não se vê abertura de vagas em grandes empresas para deficiente visual com curso superior e pós graduação? A Lei só se aplica a deficientes com ensino básico e médio?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:00)
O problema não está na Lei de Cotas. A legislação não restringe de nenhuma forma os cargos ou funções que as pessoas com deficiência, contempladas para a cota, podem ou devem exercer. O que acontece é que o mercado da inclusão ainda não está maduro o suficiente para oferecer propostas de trabalho de qualidade, em especial para pessoas com deficiências consideradas mais "severas" como cegos totais, cadeirantes, surdos totais, entre outras. Estas vagas não são inexistentes, mas infelizmente ainda são minoria. Ainda há grande concentração de oferta de vagas da base da pirâmide organizacional, que exigem pouca qualificação e que oferecem salários pouco atrativos, além de haver ainda muita concentração na procura por pessoas que possuam deficiências consideradas mais "leves", que não exijam investimentos em acessibilidade ou tecnologias assistivas. Porém acreditamos que a tendência é de ampliação das oportunidades oferecidas às pessoas com deficiência, tanto em melhores oportunidades quanto a uma variedade maior dos tipos de deficiência, já que o mercado encontra-se saturado em função do grande número de empresas buscando uma parcela restrita de candidatos.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 13:30):
Tenho mobilidade reduzida dos membros superiores, sei que cobre cota conforme lei. Gostaria de saber se preciso colocar que tenho deficiência e no que implica a minha contratação?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:00)
Pelo que você relata, a sua mobilidade reduzida nos membros superiores a qualifica para ser enquadrada na Lei de Cotas. Nossa recomendação é que você declare isto em seu currículo, bem como a necessidade de algum tipo de adequação no ambiente/posto de trabalho, pois esta característica significa uma vantagem para você, já que as empresas precisam de funcionários que possam ser contabilizados para a cota. Porém, tome cuidado apenas para não dar destaque exagerado, desproporcional à sua deficiência em detrimento de outros aspectos importantes como grau de qualificação, experiência profissional, objetivo e diferenciais como línguas e cursos extra curriculares ou trabalhos sociais.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 13:15):
Sempre eu escuto das empresas que não tem PCD qualificados para o mercado de trabalho. Eu e o meu irmão temos baixa visão e estamos procurando uma nova oportunidade. Somos graduados pela a FAAP, temos experiência no mercado e não conseguimos vaga em nenhuma empresa. Será que vocês podem nos ajudar ?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:00)
O discurso de que não existem pessoas com deficiência qualificadas já está caindo em desuso. Esta justificativa não é totalmente inverídica, pois realmente a população brasileira com deficiência possui um grau educacional mais deficitário do que a média da população sem deficiência. De acordo com o IBGE (Censo 2000), quase 80% da população com deficiência possui até 07 anos de estudo. Porém estes dados são de 10 anos atrás, época em que a Lei de Cotas ainda engatinhava. De lá para cá o mercado de trabalho formal para pessoas com deficiência cresceu significativamente. Para se ter uma idéia, no estado de São Paulo, em 2001, haviam apenas 601 pessoas com deficiência empregadas. Hoje, em 2010, já são mais de 107.000 PCDs empregados. No Brasil, de acordo com dados da RAIS, já são mais de 288.000 trabalhadores com algum tipo de deficiência. Os números, apesar de ainda pouco significantes em comparação com os empregos formais do país - cerca de 0,7% do total -, apresentam crescimento brutal nas contratações destes trabalhadores. Todo este movimento de expansão e crescimento, de abertura das portas do mercado de trabalho para pessoas com deficiência, gerou também um movimento, que se encontra em pleno curso, de retomada, entrada e/ou continuidade dos estudos por parte das pessoas com deficiência que vislumbraram oportunidades que não eram visíveis até então. Comprovamos isto não apenas na teoria como também na prática, nos processos de recrutamento e seleção que a i.Social realiza diariamente. É comum nos depararmos com candidatos que declararam em seus currículos, por exemplo, possuir Ensino Médio Completo e quando entramos em contato já estarem cursando uma universidade. Cremos que felizmente esta é uma tendência irreversível e que este tipo de discurso daqui há alguns anos inexistirá.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 12:30):
Sou deficiente físico de Resende RJ, sou estudante de TI e trabalhei uma semana na HP Brasil dentro da Votorantim Siderurgia, contratado como deficiente. No entanto, eles me colocaram para trabalhar com encadernação e cópia e minha deficiência é na mão esquerda e não permitia fazer este serviço. Aí eles me demitiram, e não procuraram outra coisa para eu fazer. Agora uma pergunta: Queria saber sobre o mercado de TI para deficiente fisico. Muito obrigado

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:00)
Pelo que você descreve, em sua curta experiência profissional nesta empresa, percebemos dois problemas principais: (1) o cargo em que você foi contratado esta muito aquém das suas possibilidades, e (2) a função deste cargo é incompatível com a sua deficiência. São problemas graves que infelizmente ainda persistem em ocorrer. O mercado de trabalho para pessoas com deficiência ainda é muito recente. Foi incentivado, principalmente pela Lei de Cotas, que é de 1991, que teve sua primeira regulamentação pelo Decreto 3.298 que é de 1999, ou seja, há 12 anos atrás. Ainda, em função desta fase pré-adolescente deste mercado vemos situações como a sua com frequência indesejada. São erros infantis, cometidos por falta de informação, planejamento e assessoria técnica, que acabam por explicitar movimentos de preenchimento de cota em detrimento de Programas de Inclusão. Da sua parte, o que podemos sugerir, é que seja mais criterioso ao avaliar ofertas de trabalho, considerando aspectos como compatibilidade do cargo com sua área de estudo, condições do ambiente de trabalho, mais informações sobre as funções a serem realizadas, possibilidades de carreira dentro da organização, entre outros que não se limite apenas ao salário. A área de TI, por sua vez, é ótima para pessoas com deficiência e está muito aquecida para profissionais em geral, independentemente de possuírem ou não uma deficiência. A i.Social possui diversas vagas em TI exclusivas para PCDs. São ótimas oportunidades. Acesse nossas vagas em www.vagas.com.br/isocial e confira.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 12:00):
Gostaria de participar de cursos ou vagas pra deficientes aqui em Aracaju (SE). As empresas só querem contratar deficientes auditivos por não ver a deficiência, não existem cursos pra preparar um deficiente para o mercado de trabalho.

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 16:00)
A i.Social está sediada em São Paulo, mas nossa atuação é nacional. Trabalhamos vagas exclusivamente para pessoas com deficiência no país todo para empresas nacionais ou multinacionais com atuação local ou nacional. Diversos clientes nossos possuem atuação em Aracaju/SE, mas de fato as oportunidades nesta região aparecem com menor frequência do que em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. É importante que você fique atenta à nossa relação de vagas abertas, pois elas mudam constantemente. Acesse periodicamente para checar as vagas para a sua região. Quanto à questão dos estudos entendemos também que é essencial para o seu crescimento pessoal e profissional e realmente nos últimos anos existe uma tendência muito positiva das empresas privadas contratarem pessoas com deficiência com grau de qualificação abaixo daquele procurado para suas posições e investirem em programas de qualificação profissional. A i.Social coordena diversos programas deste tipo. Atualmente temos programas acontecendo em São Paulo, Jaguariúna, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Jacareí e Jundiaí, mas sempre estão surgindo novas oportunidades. Portanto fique atenta e continue com a mesma determinação que você demonstra em suas palavras.

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Pergunta (enviada em 28 de outubro de 2010 - 17:30):
Meu irmão tem deficiência mental. Ele tem muita vontade de trabalhar e de acordo com os próprios médicos que acompanharam o tratamento, isso é possível. O médico emitiu o laudo, cujo CID consta como F6. O CID F6 está dentro da lei de cotas?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 15:45)
O CID F6 caracteriza o transtorno de personalidade com instabilidade emocional, o que significa que o seu irmão possui uma doença mental - que pode ser tratada com a utilização de remédios - diferente de uma deficiência intelectual. De acordo com o Decreto 5.296/04 a deficiência intelectual é definida pelo funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestações antes dos 18 anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas. As áreas em que podem acontecer as limitações são: comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, utilização dos recursos da comuniadade, saúde e segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho. Portanto, de acordo com o CID dele ele não é contemplado para a Lei de Cotas, exceto se este transtorno que ele possui tenha causado prejuízo significativo em duas ou mais áreas de habilidades adaptativas antes dos 18 anos de idade.

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Pergunta (enviada em 28 de outubro de 2010 - 01:15):
Meu nome é Patricia e gostaria de saber sobre vagas de emprego no Rio de Janeiro e como vocês fazem com relação às vagas para divulgar?

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(Enviada em 29 de outubro de 2010 - 15:45)
A i.Social possui diversas vagas de emprego para pessoas com deficiência no Rio de Janeiro. A divulgação é realizada em nosso site. Lá você poderá visualizar todas as vagas disponíveis. O endereço direto para a lista de vagas é www.vagas.com.br/isocial Aconselhamos que você acesse nossa lista periodicamente, pois sempre incluímos novas vagas.

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Pergunta (enviada em 27 de outubro de 2010 - 21:00):
Eu me candidatei no i.social, pra conseguir um emprego, mas tem um problema eu moro no Pará, na cidade de Santarém. Só aparecem vagas pra fora do meu estado. O que devo fazer?

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(Enviada em 28 de outubro de 2010 - 16:00)
Realmente a i.Social possui poucas vagas de emprego no Pará e as vagas nesta região são abertas muito raramente. Mas você pode procurar por vagas na Secretaria Estadual do Trabalho, bem como na Secretaria Municipal do Trabalho da sua cidade. Nestes órgãos, mesmo que não possuam vagas para pessoas com deficiência poderão lhe indicar associações locais onde você poderá procurar por vagas no seu perfil. De qualquer forma fique atento e acesse nossa relação de vagas (www.vagas.com.br/isocial), pois atendemos diversas empresas com atuação nacional como bancos, indústrias de alimentos, entre outras que eventualmente abrem vagas de emprego nesta região.

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Pergunta (enviada em 27 de agosto de 2010 - 21:15):
Minha esposa foi diagnosticada com síndrome do túnel do carpo. Ela é artesã; Já passou duas vezes pelo perito do INSS e ele nega o benefício. O que ela pode fazer se não consegue trabalhar e precisa da ajuda para o tratamento?

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(Enviada em 20 de outubro de 2010 - 16:30)
É preciso verificar quais são as sequelas provenientes desta síndrome e, a partir desta análise, verificar se há ou não possibilidade de enquadramento na Lei de Cotas, já que o pedido de benefício junto ao INSS foi negado. Se ela se enquadrar é necessário realizar um mapeamento de perfil para identificação de possíveis oportunidades de trabalho em novas áreas de atuação. Sugerimos que este trabalho seja realizado independentemente de enquadramento na Lei de Cotas para orientá-los acerca de alternativas para o retorno ao mercado de trabalho.

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Pergunta (enviada em 14 de setembro de 2010 - 15:45):
Gostaria de saber, se é possível de alguma forma legal, fazer com que uma entidade pública (prefeitura) contrate deficientes como terceirizados, assistentes, e afins sem concurso, já que não possui nenhum funcionário que seja enquadrado como deficiente.

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(Enviada em 20 de outubro de 2010 - 16:15)
De acordo com a lei, um empregado terceirizado, seja em um órgão público ou instituição privada, não conta para a cota do tomador deste serviço, mas sim para a cota da empresa empregadora, responsável pela terceirização de seu funcionário. Os terceiros, inclusive, não entram para a base de cálculo da cota da empresa tomadora de serviços, mas sim para a base da organização que fornece este tipo de mão de obra. A prefeitura, ou outro órgão público, deve reservar seu respectivo percentual destinado a contratação de pessoas com deficiência em todos os concursos públicos que realizar.

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Pergunta (enviada em 20 de setembro de 2010 - 03:00):
Tenho uma prótese coxafemural esquerda, uma osteotomia total por deformidades no colo do fêmur, causado por uma artrose. Tenho restrição a atividades de alto impacto, caminhadas prolongadas e a carregar peso rotineiramente. Meu impasse é que se não comunico, sou reprovado nos exames admissionais, e um médico alegou que não me enquadro na lei de cotas por eu ser recuperável. Porém, posso recuperar parcialmente a musculatura e movimentos, mas meu processo é irreversivel. Minha dúvida é: me enquadro ou não na lei? Meu médico disse que há chance de receber um laudo me incapacitando para o trabalho, algo que eu não quero.

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(Enviada em 20 de outubro de 2010 - 15:45)
Pelo o que você descreve nos parece que você é enquadrável na Lei de Cotas, porém não podemos afirmar isto sem um exame presencial com um médico do trabalho. Nas entrevistas de emprego você deve comunicar à empresa a sua condição, independente de entrar ou não na Lei de Cotas, adotando uma postura transparente e honesta. Se você for enquadrável, melhor ainda, pois suas chances de conseguir um emprego aumentam, já que as empresas precisam atender a esta legislação. Nos estranha a afirmação do seu médico sobre a questão de incapacitá-lo para o trabalho em função de um laudo médico mais detalhado, já que o laudo serviria apenas para justificar e comprovar um pedido seu perante a aposentadoria. Se você não se declarar inválido para o trabalho você não será aposentado automaticamente, à revelia de sua opinião. Pelo contrário, um laudo detalhado lhe auxiliaria a argumentar perante a empresa em que você estiver participando de processo seletivo que o seu caso se enquadra na Lei de Cotas.

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Pergunta (enviada em 23 de agosto de 2010 - 14:30):
Moro em Conselheiro Lafaiete, tenho deficiência auditiva moderada e estou no processo seletivo de uma grande empresa da região há mais de um mês e não obtive nenhum resultado. Eu gostaria que houvesse uma fiscalização nas grande empresas da região para verificar que poucas empresas cumprem a cota.

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(Enviada em 19 de outubro de 2010 - 17:30)
É normal um processo seletivo durar 1 mês ou até mais. Sabemos que a ansiedade é grande por parte do candidato, mas nestes casos devemos ter paciência e esperar o tempo do processo. Obviamente que quanto mais rápido é o processo seletivo melhor para todos os envolvidos. A obrigação da empresa é posicionar os candidatos sobre as etapas do processo, procedimentos de cada fase, tempo de retorno das respostas e dar feedbacks positivos ou negativos - neste último caso é recomendável que se justifique o principal motivo. A falta de respeito não está no tempo do processo, mas sim na falta de retorno. Quanto à questão colocada sobre a fiscalização, creio que as grandes empresas da região já estejam sendo fiscalizadas e tomando atitudes para cumprir esta exigência. Porém cada empresa possui uma velocidade diferente e se encontra em estágios distintos quanto a questão da inclusão e cumprimento de cotas - o que são duas coisas completamente diferentes. Certamente o que podemos presumir é que as empresas que forem mais lentas, ou que não derem a atenção necessária a inclusão de colaboradores com deficiência sofrerão consequências maiores não apenas dos órgãos fiscalizadores, mas também no seu próprio modelo de negócios e da sociedade.

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Pergunta (enviada em 20 de agosto de 2010 - 20:00):
Tenho 27 anos, sou deficiente auditiva e faço parte de um projeto de cotas numa multinacional de bebidas no RJ. Gostaria de saber se a empresa pode contratar PCD como aprendiz, mesmo os maiores de 25 anos e os colocarem para fazer um curso de capacitação durante 2 anos de contrato, sendo que não recebemos salário, mas sim uma bolsa de custo. Já percebi que a empresa não tem o menor interesse em aproveitar os PCD's para trabalharem na sede da empresa. Está certa essa conduta da empresa?

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(Enviada em 19 de outubro de 2010 - 17:30)
A empresa pode contratar pessoas com deficiência como aprendizes e, nestes casos, não há limite de idade. Porém, o colaborador com deficiência só poderá contar para a cota de aprendiz e não para a cota de deficientes. A empresa não pode contar um funcionário para duas cotas. O fato da empresa colocá-la em um curso de capacitação por dois anos não parece ruim. O que deve ser avaliado é se este curso está lhe agregando uma boa qualificação que lhe permita um desenvolvimento pessoal e profissional no futuro próximo, se este curso lhe oferecerá ao final um certificado de conclusão válido pelo MEC (Ministério da Educação) e, por último se a bolsa oferecida é compatível com suas expectativas ou que pelo menos lhe permita acompanhar o curso sem a necessidade de arrumar outro emprego para sustentá-la. Após esta avaliação você pode decidir se compensará acompanhar o curso até o final ou se valerá mais tentar um novo emprego. O fato de haver uma percepção de que a empresa não possui intenção de aproveitá-la ao final da capacitação não é um bom sinal, mas você pode tentar reverter esta situação com dedicação e comprometimento.

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Pergunta (enviada em 24 de agosto de 2010 - 15:45):
Gostaria de saber se portadores de PAC (processamento auditivo central) são considerados pessoas com deficiência. Meu filho possui PAC, fez cursos para o trabalho e quando vai fazer a entrevista não passa.

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(Enviada em 19 de outubro de 2010 - 17:15)
O enquadramento para a Lei de Cotas é definido no Decreto 5.296/2004. No caso da deficiência auditiva, a pessoa deve realizar uma audiometria para aferir se a perda é bilateral (nos dois ouvidos), de 41 decibéis (dB) ou mais, nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Note que esta perda deve ser identificada em todas estas quatro frequências para que a pessoa possa ser contemplada pela Lei de Cotas. Em nosso livro "COTAS - Como Vencer os Desafios da Contratação de Pessoas com Deficiência" (que se encontra disponível para download gratuito em nosso site www.isocial.com.br ) você encontrará mais informações à respeito.

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Pergunta (enviada em 19 de agosto de 2010 - 14:00):
Com quantos por cento de perda auditiva eu posso me candidatar a um emprego como deficiente? Eu uso prótese auditiva e tenho perda neurosensorial moderada nos dois ouvidos.

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:30)
De acordo com o Decreto 5.296/04 que redefine e detalha quais são os tipos de deficiência que se enquadram para a cota a pessoa com deficiência auditiva é caracterizada pela perda bilateral, parcial ou total de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma na frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Você deve possuir uma audiometria que indique sua perda auditivas nestas frequências para que possamos avaliar se o seu quadro é passível de enquadramento.

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Pergunta (enviada em 17 de agosto de 2010 - 20:15):
Gostaria de saber o que devo fazer, por que eu tenho artrite reumatóide CID:M05 já com deformidade na mão direita e uma prótese total no joelho esquerdo proveniente da doença. E quando eu vou procurar emprego como pessoa normal sou eliminada e quando eu vou para vagas de pessoas com deficiencia dizem que eu sou doente e não deficiente. O que faço?

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:30)
Precisamos avaliar o seu laudo médico para te dizer se o seu caso se enquadra ou não para a Lei de Cotas. Não basta apenas a CID. O relatório do seu médico deve indicar quais são as suas limitações provenientes do seu quadro e se a sua condição é degenerativa, ou seja, se o seu caso pode se agravar ao longo do tempo. Em tese, de maneira mais fácil de entender, uma pessoa pode ser contemplada para a cota de determinada empresa se ela possui limitações físicas, de locomoção, sensoriais ou intelectuais, ou duas ou mais condições concomitantes, que lhe tragam prejuízo na execução de atividades da vida diária, consideradas usuais.

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Pergunta (enviada em 09 de agosto de 2010 - 15:00):
Sofri um AVC causado por uma doença crônica chamada ARTERITE DE TAKAYASU. O fato de ter essa doença pode atrapalhar a minha contratação em algum a vaga de trabalho?

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:30)
Precisamos avaliar em primeiro lugar quais são as suas qualificações profissionais e educacionais. Estes são os principais fatores para conseguir uma boa oportunidade de emprego. Além disto, precisamos de mais informações sobre as suas necessidades específicas, consequentes da sua condição relatada, para avaliarmos se o seu caso se enquadra para a legislação de cotas, o que facilitaria a sua contratação.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 13:30):
Gostaria de saber por que é tão dificil para as pessoas com deficiencia arrumar emprego, eu já estou há um ano sem trabalho, já fiz um milhão de entrevistas e nada!!!! As empresas exigem muita coisa, porque não qualificam os deficientes, ao invés de ficar exigindo tanta experiência?

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:30)
Recentemente tivemos acesso ao relatório da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) 2009, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e nos deparamos com uma triste notícia. De 2007 para cá o número de profissionais com deficiência empregados no mercado de trabalho formal caiu 17,3% enquanto que o número total de trabalhadores no Brasil cresceu 9,6%, ou seja, as pessoas com deficiência não "surfaram" na onda do crescimento e da prosperidade que o país atravessou nos últimos tempos, mesmo com a Lei de Cotas obrigando as empresas com 100 ou mais funcionários a reservarem um percentual de 2% a 5% de seu quadro para profissionais com deficiência. A questão que fica é por quê? Será que a fiscalização diminuiu? Será que as empresas descobriram formas de postergar o cumprimento ou de não cumprir a legislação? Ou o problema está em aspectos culturais? A questão que fica é que a Lei de Cotas, como política pública afirmativa é muito importante, mas sozinha não está sendo capaz de resolver o problema da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. É preciso criar uma série de ações afirmativas para alavancar de vez o ingresso de profissionais com deficiência nas empresas, começando talvez pela questão da qualificação. É preciso criar incentivos para que a iniciativa privada invista na qualificação de pessoas com deficiência, dando oportunidade para aqueles que não possuem experiência.

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Pergunta (enviada em 16 de agosto de 2010 - 16:00):
Olá amigos da ISocial. Acompanho a oferta de empregos e gostaria de saber se mesmo empregado eu poderia concorrer a uma vaga ? Isto me deixaria em desvantagem? Obrigado pela atenção.

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:15)
Não há problema algum em se candidatar a uma vaga estando empregado. Este é um direito de qualquer profissional, independente de possuir ou não uma deficiência. O fato de estar empregado também não lhe traz desvantagem, já que o que contará será o seu perfil profissional para a vaga desejada. Nós da i.Social apenas não encaminhamos para novos processos seletivos profissionais que estejam trabalhando por nossa própria indicação, já que não consideramos ético para com a empresa que é nossa cliente. Se o candidato conseguiu emprego por intermédio da i.Social deverá estar desvinculado deste emprego para poder ser indicado a um outro processo seletivo.

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Pergunta (enviada em 09 de agosto de 2010 - 11:30):
Moro em São Paulo, mas quero morar em Curitiba, onde já tenho residência. Como devo procurar? Outra dúvida: tenho graduação e pós-graduação na área de Humanas, mas é difícil encontrar vagas nessa área. Dizem que meu perfil não é compatível e que o salário não está de acordo com minha qualificação. Estou aberto a oportunidades em outras áreas e a ganhar de acordo com a vaga. Como devo fazer?

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:15)
Todas as vagas divulgadas possuem a informação sobre a localidade. Basta procurar as vagas do seu interesse e clicar para ver seu detalhamento. Se você não encontrar uma vaga dentro do seu perfil em Curitiba encaminhe um e-mail com o seu currículo e objetivos, como área(s) de atuação, pretensão salarial e informações úteis diretamente para o e-mail rh@isocial.com.br que tentaremos fazer o processo inverso. Entraremos em contato diretamente com empresas que atuam nesta região e ofereceremos o seu currículo - que parece ser qualificado - para verificarmos um possível interesse da empresa em te contratar.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 14:00):
Por que não existem vagas para profissionais, como advogados, médicos, engenheiros, psicólogos, etc., para pessoas portadoras de deficiência? Vejo apenas vagas operacionais, vagas para peradores de telemarketing, auxiliares administrativos, ascensoristas, etc.

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(Enviada em 24 de agosto de 2010 - 17:15)
Realmente a grande parte das vagas oferecidas para pessoas com deficiência ainda são em posições da base da pirâmide organizacional. Isto é um dos grandes problemas atuais no que se refere à inclusão. Porém, isto não quer dizer que não existam vagas em nível gerencial. Nós da i.Social já conseguimos incluir muitas pessoas em ótimos cargos. Quando o candidato é bom sempre é possível encontrar uma boa posição de emprego. No seu caso, se você possuir uma boa qualificação e experiência profissional, pode ser até mais fácil. Nossa dica: Para te ajudarmos você precisará nos enviar o seu currículo para rh@isocial.com.br para que possamos avaliar se há alguma vaga disponível no seu perfil.

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Pergunta (enviada em 06 de agosto de 2010 - 13:15):
Há algum tipo de punição para empresas que se enquadrem na lei de cotas, mas não os contratem? Qual?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 17:30)
Há punição sim. Todas as empresas com 100 ou mais funcionários devem reservar um percentual de posições para funcionários com deficiência que varia de 2% a 5% de seu quadro de colaboradores (CLT). A empresa que não cumpre pode receber multas, ser submetida a uma ação cívil pública ou até mesmo ser impedida de realizar novas contratações de pessoas que não possuam deficiência. A fiscalização possui um processo e uma metodologia para determinar as punições e, normalmente, concede prazos para que a empresa possa se adequar. A intensidade da punição dependerá em grande parte do estágio em que se encontra a fiscalização e do comprometimento da própria empresa em cumprir o que determina a legislação.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 13:45):
Tenho perda total da audição de meu ouvido esquerdo em virtude de uma cirurgia cerebral. Essa deficiência me permite candidatar as cotas oferecida para os deficientes nas empresas?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 17:30)
A perda auditiva deve ser bilateral para enquadramento na Lei de Cotas.

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Pergunta (enviada em 04 de agosto de 2010 - 09:30):
Estou aposentado por invalidez e preciso voltar ao mercado de trabalho (o benefício do INSS não basta financeiramente). Caso minha doença se agrave durante minha reinclusão "social", poderei reingressar com novo pedido de aposentadoria no INSS?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 17:15)
Para voltar ao mercado de trabalho você precisará se desvincular do INSS e alegar que se encontra em condições de trabalhar. Caso o seu pedido seja aceito, é importante alertá-lo que não poderá retornar à condição de beneficiário pela mesma condição. Se, durante o passar do tempo, o seu quadro se agravar, gerando novas sequelas além das que você apresenta hoje, em tese você poderá pedir novamente o benefício da aposentadoria por invalidez. Porém esta é uma situação muito particular e difícil de afirmar. Dependerá muito da sua nova condição e da avaliação do perito. Nossa dica: procure se informar diretamente com o INSS sobre esta sua questão antes de tomar qualquer atitude. Explique claramente o seu caso, que certamente eles lhe orientarão mais detalhadamente.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 18:00):
Como podemos fiscalizar ou cobrar o cumprimento da lei de cotas?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 17:15)
Existem órgãos públicos responsáveis pela cobrança e fiscalização das empresas sobre o cumprimento da legislação que determina reserva de postos de trabalho para pessoas com deficiência. O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio de suas Superintendências Regionais e o Ministério Público do Trabalho exercem esta função com bastante competência. O que podemos fazer, individualmente, é tentar uma comunicação direta com a empresa solicitando maiores detalhes sobre sua política de inclusão e ações neste sentido ou então estabelecer comunicação direta com um dos órgãos fiscalizadores no sentido de alertá-los sobre o descumprimento de determinada empresa.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 15:15):
Moro em Sorocaba, tenho 31 anos de idade, e tenho uma deficiência leve - uso um óculos com o grau muito alto no olho esquerdo e no olho direito não tenho à visão. Muitas empresas não aceitam a minha deficiência e isso me preocupa muito. Se omito a minha deficiência na hora da entrevista, quando eu faço os exames médicos eles descobrem a minha deficiência ai eu não consigo a vaga, e se eu falo que tenho, eles falam que não é deficiência. Tenho nível superior e assim mesmo não consigo o emprego.

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 17:15)
Em primeiro lugar, você não deve omitir a sua deficiência no momento da entrevista. Mesmo que você não seja contemplado pela Lei de Cotas, é importante ser honesto com a empresa para que possam avaliar se possuem condições adequadas para te receber ou que possam providenciar as ferramentas necessárias para que você possa desempenhar suas funções com conforto, autonomia e segurança. Nossa dica: tenha em mãos um exame oftalmológico recente e procure se informar se o seu caso se enquadra na Lei de Cotas antes de ir para a entrevista. Seja transparente com o seu entrevistador e lhe diga exatamente, se existirem, quais seriam as adequações necessárias no ambiente de trabalho para que você possa exercer as sua funções. Você encontra mais especificações sobre as deficiências consideradas para Lei de Cotas no Decreto 5.296/2004.

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Pergunta (enviada em 04 de agosto de 2010 - 23:30):
Uma pessoa que tem visão monocular (cid 54.4) pode concorrer a uma vaga como deficiente para uma empresa privada ?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 17:00)
Os Decretos 3.298/1999 e 5.296/2004 não enquadram a visão monocular nas deficiências válidas para a cota. Porém, em alguns estados foram criadas leis específicas para o enquadramento desta deficiência. São eles: Mato Grosso do Sul - Lei 3.681/2009, Amazonas - Lei 3.340/2008, Goiás - Lei 16494/2009 e Paraná - Projeto de Lei 370/2008. Se a empresa possui sua matriz em algum destes estados ela pode enquadrar pessoas com visão monocular para a cota. Nossa dica: procure estas legislações na internet para se informar sobre o seu detalhamento. Se você não é de nenhum destes estados procure por possíveis projetos de lei neste sentido.

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Pergunta (enviada em 05 de agosto de 2010 - 09:30):
Quando uma pessoa recebe aposentadoria por invalidez do INSS, é permitido ser contratada por uma empresa e obter registro em carteira e ter mais uma renda, dentro de toda legalidade?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 16:45)
Infelizmente a legislação não permite este tipo de situação. Quando a pessoa se declara inválida para o trabalho é porque ela não pode exercer nenhum tipo de função laboral. É por isso que ela recebe um benefício do governo para o resto de sua vida, justamente pelo fato de não poder trabalhar. Se esta pessoa é registrada por uma empresa e começa a trabalhar, ela corre o risco de perder sua aposentadoria por invalidez, já que esta situação será considerada como fraude ao sistema. O problema é que ao desistir da aposentadoria e partir para o mercado de trabalho não há mais possibilidade de recuperar este benefício. Nossa dica: A decisão deve ser tomada com muita tranquilidade pela pessoa e em conjunto com seu núcleo familiar.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 13:15):
Fui contratada em uma empresa como auxiliar de escritório, mas, na verdade não possuo função específica para a minha deficiência, já que sou deficiente auditiva bilateral/severa. Na empresa, vivo rodeando todos os setores e estou sempre no apoio, e, na verdade, nunca fui informada de que eu seria apoio da empresa, é certo eles agirem desta forma? A empresa teria que me comunicar no ato da admissão que eu seria apoio?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 16:45)
O correto sempre é comunicar ao candidato quais serão as funções que serão desempenhadas, assim como as demais particularidades do cargo. Nesse caso, parece que houve algum tipo de falha de comunicação e você demonstra estar insatisfeita pelo fato de não ter sido comunicada sobre o fato de que a sua função exige prestar apoio a todas as áreas da empresa. Isto pode ser resolvido com uma conversa simples com o seu gestor direto. Basta que você coloque as razões pelas quais não se sente confortável com esta situação. Nossa dica: nesta conversa não acuse a empresa de nada e mantenha uma postura tranquila e madura. Para cada ponto colocado tenha um argumento claro e razoável e procure sempre demonstrar as vantagens que a empresa ganharia ao atender a sua solicitação. Se você receber uma negativa aceite tranquilamente e não demonstre insatisfação. No último caso você sempre poderá procurar por um novo emprego.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 23:45):
Gostaria de saber se meu CID (CID 10 - H90.2) é considerado deficiência?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 15:45)
Não basta apenas o número da CID para determinar se a sua deficiência é contemplada para a Lei de Cotas. É preciso ter de fato uma limitação para se locomover, física, sensorial ou intelectual. Nossa dica: peça ao seu médico que lhe faça um laudo especificando, além da sua CID, quais são as limitações impostas pela sua deficiência.

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Pergunta (enviada em 03 de agosto de 2010 - 15:00):
Sou ostomizado na parte urinária e tenho uma ótima experiência na area comercial (20 anos), mas sinto uma imensa barreira para voltar a trabalhar. As empresas só oferecem cargos básicos. Vocês podem ajudar?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 15:45)
Realmente, a grande parte das vagas oferecidas para pessoas com deficiência ainda são em posições da base da pirâmide organizacional. Isto é um dos grandes problemas atuais no que se refere à inclusão. Porém, isto não quer dizer que não existam vagas em nível gerencial. Nós da i.Social já conseguimos incluir muitas pessoas em ótimos cargos. Quando o candidato é bom sempre é possível encontrar uma boa posição de emprego. No seu caso, que não é necessário quase nenhuma adaptação, pode ser até mais fácil. Nossa dica: para te ajudarmos você precisará enviar o seu currículo para rh@isocial.com.br para que possamos avaliar se há alguma vaga disponível no seu perfil.

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Pergunta (enviada em 31 de julho de 2010 - 18:15):
Como encaminhar um currículo ou candidatar-se a uma vaga?

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(Enviada em 12 de agosto de 2010 - 15:30)
O interessado pode encaminhar o seu currículo diretamente para o e-mail rh@isocial.com.br ou se candidatar diretamente na vaga selecionada.

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Pergunta (enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45):
O que é Lei de Cotas?

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(Enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45)
A Lei 8.213/91 também conhecida como Lei de Cotas, estabelece a reserva de vagas de emprego para pessoas com deficiência (habilitadas) ou para pessoas que sofreram acidentes de trabalho, beneficiárias da Previdência Social (reabilitados). A obrigação vale para empresas com cem ou mais funcionários e as cotas variam entre 2% e 5% dos postos de trabalho.

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Pergunta (enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45):
Qual o percentual de pessoas com deficiência que as empresas precisam contratar para cumprir a lei de cotas?

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(Enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45)
A Lei 8.213/91 - “Lei de Cotas” -, prevê que toda empresa com 100 ou mais colaboradores deve reservar vagas (CLT) para profissionais com deficiência, na seguinte proporção:
De 100 a 200 colaboradores: 2%
De 201 a 500 colaboradores: 3%
De 501 a 1.000 colaboradores: 4%
Acima de 1.000 colaboradores: 5%

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Pergunta (enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45):
Como deve ser o contrato de trabalho da empresa com a pessoa com deficiência?

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(Enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45)
O profissional com deficiência ou reabilitado deve ser contratado no regime CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas (mais conhecido como “registro em carteira”). Profissionais terceirizados ou no regime de aprendizes não constituem relação de emprego.

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Pergunta (enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45):
Ser contratado na Lei de Cotas significa estabilidade na empresa?

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(Enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45)
Os direitos e obrigações do PCD são idênticos ao dos outros profissionais da instituição. A pessoa com deficiência ou reabilitada que não corresponder às expectativas da empresa pode ser desligado, assim como qualquer outro colaborador.

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Pergunta (enviada em 16 de junho de 2010 - 13:45):
Em meu currículo é importante especificar a minha deficiência?

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(Enviada em 16 de junho de 2010 - 13:30)
Sim. É importante identificar qual sua deficiência, se existem limitações para a realização de atividades e se precisa ou não de adaptações dentro do ambiente de trabalho.
Dessa maneira, você ajudará o recrutador a identificar a vaga que melhor se encaixe em seu perfil profissional.

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